sábado, 30 de maio de 2009

Quisera eu ter uma expressão mais doce, e não ser tão só...
Deixar de vez essa pintura, e não mais ter esse fluxo incessante,
disparado. Esse rush, esse peso me altera, me alimenta e me cansa.
Essa pressa que disfarço, que ameaça meu por vezes simples e duro coração.

Mas eu chuto as pedras do caminho,

Mas eu sinto que haverá a sorte grande, e emoção me salvará,
um arrepio bem forte me tomará o pescoço e fará tudo enfim ser leve e doce por um tempo.
E então serei levado, terei outra face, outro peso
E as coisas terão assim, um tom mais brando, um toque mais suave,
Pensar será menos que sentir, e tudo sucederá,
correrei pelos dias. Serei o senhor da leveza,
deiarei satisfeito e acordarei disposto para o dia seguinte.

Eu posso. Eu passo.

terça-feira, 26 de maio de 2009

repouse em paz

Há coisas recém mortas em mim...

Quem disse? quem esclareceu? quem pensou? Eu não sou assim... Eu quero mais da vida, mais que talvez eu mesmo nem possa dar. Mais que talvez seja menos, que talvez não seja nada. Um ente não tão querido morreu ontem, senti dois minutos de vazio, e um vida levada com um sopro, vi sonhos sem sentido serem simplesmente enterrados com terra. E vi coisas que estão mudando ainda mais meu modo. Não tive o direito de um abraço aconchegante que quis num piscar.
Não vou desisitr da loucura, afinal nesse mundo normal eu não me vejo, eu facilmente respondo que não sei quem sou, e não tenho pretensão alguma de algum dia ser normal, ou fácil de me compreender, no máximo domar sentimentos fracos, passageiros que não me farão ser mais no futuro. Mas eu tento e não é fácil não amargurar, certas dores, experiências, rodam a todo momento ao meu redor, insitindo em minha dureza... Eu já vi algumas coisas. E terrivelmente prevejo fatos antes de acontecerem, sim sou fatalista. Meu sentimento me falha demais... Procuro ser menos emoção, duradouro e duro, para que minhas ventanias sejam brisas... Meu calor não queime tanto, apenas bronzei um pouco.

26/05/09

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Antes que seja noite, antes que seja tarde

O amor impede a morte mas morremos mesmo assim. Embora o engano não tenha ocorrido, e ato tenha, não houve em hipotese momento de infantilidade. Continei maduro e silencioso durante o trajeto que sabiamente desde antes sabia que causaria preguiça e cansaço porque eu da fato sou inquieto e espero mais das coisas e além disso tenho um sneso que se pudesse, se pudesse não sei ao certo se preferiria. Já cogitei inumeras vezes em ser ceg9o, e não er esse tyão triste capacidade. Capacidade de prever reaçõesa minhas, outras, pessoas. então tudo ( tudo não, é claro, apenas enfaticamente)Tudo já me cansa porque já previ que esse tom agora amrelo, desbotaria para mim cedo demais... Emborta dulcissimo, embora pálido atraente, alegrinmho e perfeito na medida do possivel. Agora eu avalio a possibilidade de deizxar a gota rolar, espalhjar em lágriams minusculas, secar pelo vento, ou escorrer pelo ralo junto cmo toda agua que vai. QUESTAO. Minha gata negra se banha e se roça e mim, sou o provavel elo mais carinhosos e possessivo com o mundo eu a amo por escolher mas e ela?

Encontrei uma resposta, que essa resposta ecoe embora cause dor, esepro que seja sabido que tentei e por ser egoista e sozinho demais que sou não consigo amar mais a tarde alaranjada embora seja doce, embora me acorde sorrindo docemente nessas manhas frias de inverno. Não quero discurtir aquilo que não há possibilidades, preciso apenas dizer que por alguns instantes quese fui capaz de amar de novo. Mas o sonho foi curto e durante a tarde. Agora é noite. Agora é sexta a noite a vida vive e essa hora exige. E eu irremediavelmente vivo a vida, sei o que quero racionamente guardarei meus sentimentos puros para você durante as manhãs, quem sabe almoços. Mas enfim cheguei ao meu mas, que amadurecidamente demorou dessa vez de chegar. Mas não posso enganar que outras possibilidades me telefonam e convidam, eu não quero me restar sozinho nessa sexta noite. Lembres-se apenas que minha ligação violou e não esperou a sua, liguei antes de a noite chegar. Agora é noite. Minha gata já se lavou, agora é a minha vez. Não sou do tipoi que espera as coisas chegarem, nem vou dar tchau, nem contar até t~rês, vou ser o mesmo, mas pode acontecer em breve de o leite leite não mais derramar. Aviso que se hjá amor, que não haja dor antes de noite chegar.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

slave

As vezes temos várias coisas boas nas mãos, mas não nos damos conta. Talvez tenha na ponta dos dedos, na palma, horas agarrada ao corpo, as vezes entre. São frescores, novidades, quem sabe um novo amor. Quem sabe. Mas há horas de desconexão, de desligamento, de procura, e silencio demais na noite vazia, que faz irremediavelmente tudo ser reavaliado, ou simplesmente encarado de uma forma branda demais, quase próxima ao passado. O fato de querer possuir, contrtolar já me fez perceber o erro disso, mas ainda não aprendi com toda certeza, inclusive como agora preciso fazer esforço para não perder o meu controle por não ter o controle. Momento de descontrole. Não sei o porquê, minhas veias fervem e estão me matando, mas eu sou responsável por isso, tenho essa coisa de querer demais. Querer demais me estragou a saúde. Eu sonho um dia acordar tranquilo, olhar ao redor sentir enfim aquela paz que não seja ameaçada.. será que essa existe? Queria eu ter a certeza de tudo, mas fatalmente tenho aprendido que o pó da ampunheta escorre por entre o funil dos dedos... E o tempo virá como Senhor de tudo cobrar e dar aquilo que provavelmente teremos merecido, ou não. Eu queria a sorte de um amor tranquilo, mas não sei se poderei mais... Queria eu não ter caído e quebrado os dentes, mantenho meu sorriso branco com uma prótese branca infalível, que disfarça minha enorme falha. Por certos momentos esqueço, logo lembro, logo esqueço.

Pescar os sonhos, esquecer a canoa frágil, alimentar-se de nuvens. Quem sabe voar, eu quero mais, não vou pedir, eu quero mais, não vou cair.

eu tenho mais coisas para dizer mas não tenho mais teclas para falar

eu tenho mais coisas para dizer mas não tenho mais teclas para falar

pescando sonhos 2

(Na verdade esse era o tema primário pelo que escreveria, mas acabei aprofundano demais em outros aceanos, no fundo eu sou um sentimental...)

O que tenho na ponta de meu anzol agora? Um peixe que pesquei nas nuvens? Ou apenas minha isca que carrego para todo lado, ou ainda perdi sem perceber meu gosto bom e cause desgosto?... Talvez não, há um peixe amarelo que dá-me voltas, me entretém, me dá uma felicidade. É não sei mas o que devo falar, mas eu preciso, senão não deveria ter começado a primeira linha. Não sei se estou certo, nao sei se devo. De qualquer forma vou em frente. Vou escrever... Esse cavalo alado galopa em terrenos rubros, tensos e brilhantes.

pescando sonhos

De repente me pergunto se estou ou não com um sonho em meu anzol. Como que se pesca um sonho? É uma nuvem que a gente laça? ou é ela esbarra na gente? Ou a gente atrai sem querer apenas com nossas iscas, sem saber, que a gente acaba conhecem e gostando nos dias corridos rotineiros? Ou ainda será que nós que somos pescados? E na verdade somos apenas ferramentas de ideais de nosso tempo? Qual a nossa real relação com essa vontade, esse desejo de realização, se sonha para quê? É um cliche sonhar? para simplesmente não ser um ser humano vazio e pelo menos ter aquela felicidade de pelo menos ter sonhado antes da morte? O que são esses sonhos nas nuvens, esses peixes que voam entre elas em minha noite, pelo olhos que sem saber sentem mais que a imagem, olhos que interpretam mais que simples sinais... Desvendam mapas e siglas e legendas da vida, desvendam humanidade, o belo, o moderno, o diferente o igual... verde claro cítrico com vermelho bordeaux, caixas e trancas e chaves... Quual é meu sonho e por que eu tenho um? ou vários? São eles que me impurram para frente? Preciso ser empurrado para frente? Esse teatro todo é apenas uma desculpa para aprimorar essa colméia que vivemos? E aqueles que estão acima? e os abaixo? Mera sorte? mero azar? perguntas...

O que sei é que inevitatelmente irer esta noite deitar sozinho em minha cama de casal e irei sonhar durante horas, talvez a noite inteira se tiver sorte...

sábado, 9 de maio de 2009

Meanwhile

Enquanto isso

Deixa entrar e sair da cabeça, a cabeça, deixa alucinar.
Deixa esquecer para quando lembrar sentir felicidade.
Deixa transformar, e sentir saudade
me chama atenção para que eu não esqueça da doçura,
para que não caia na loucura.

O beijo faltou hoje cedo.
O beijo e o cheiro de suco laranja.
O cheiro que não sinto direito.
Acordar com a campanhia e ter sua companhia em meu caminho.
Morri de saudade hoje cedo e mais durante o dia
Me arranja e desarranja não advinho.

A doçura me encanta, me modifica, e me acalma também.
Está bem você precisa ser amado por isso talvez eu te possa amar
Quem sabe? Quem saberá?

O caminho segue seu rumo, torçamos pelo mais bonito
e quem sabe, quem sabe poderemos ir de mãos dadas
Sem pretensão, Até mais da meia noite,
mais da companhia mais de nós mesmos.

Os sapatos de cristal me incomodam um pouco, mas são bonitos,
eu gosto mais da realidade e da surrealidade.
Eu gosto de você.

Morro de saudade

terça-feira, 5 de maio de 2009

O paraíso é perigoso.

Meu riso, impreciso, aviso.
Paraliso, analiso, reviso. Teu riso.
Enraízo, suavizo, concretizo, humanizo.
Valorizo

Ás

Já espero o beijo cedo,
Não aguento antecedo, cedo.

Que por acaso me acorda, surpreende, e satisfaz.
Tive a sorte de um Ás.

Lembranças frescas ou ansiedade pontiaguda, ou ambas,
Minha boca muda, minha boca muda.
Muda beija.


Pensamento maquinado
sonho repaginado,
vento de maio.
Pensamento lavado, levado, livrado.

Surrealizar. Viajar
Realizar, fotografar.
Imprimir, expandir.
quero fazer parte, quero fazer arte...
Chorar e rir.

Quero proteger, ser professor,
crescer, fotografar meu amor.
Sem dó sem pudor

Conquista, não resista artista.
Ai de mim que resista, que desculpe que volte atrás...
Nesse jogo eu já tirei um Ás.

Eu acho que gozei

Eu acho que gozei só não tenho certeza. (...)

domingo, 3 de maio de 2009

subtitle

-Lembro de você
Quando estou longe de casa,
Rôo as unhas todas,
E ando de lá pra cá,
De lá pra cá e nada de te achar,
Fico sem dormir, quero sumir
Morro de frio..

-beau comme la lumière, c'est intéressant comme des chose je commence a découvir, intriguant parce que jamais serais complètement connu.