sábado, 30 de maio de 2009

Quisera eu ter uma expressão mais doce, e não ser tão só...
Deixar de vez essa pintura, e não mais ter esse fluxo incessante,
disparado. Esse rush, esse peso me altera, me alimenta e me cansa.
Essa pressa que disfarço, que ameaça meu por vezes simples e duro coração.

Mas eu chuto as pedras do caminho,

Mas eu sinto que haverá a sorte grande, e emoção me salvará,
um arrepio bem forte me tomará o pescoço e fará tudo enfim ser leve e doce por um tempo.
E então serei levado, terei outra face, outro peso
E as coisas terão assim, um tom mais brando, um toque mais suave,
Pensar será menos que sentir, e tudo sucederá,
correrei pelos dias. Serei o senhor da leveza,
deiarei satisfeito e acordarei disposto para o dia seguinte.

Eu posso. Eu passo.

terça-feira, 26 de maio de 2009

repouse em paz

Há coisas recém mortas em mim...

Quem disse? quem esclareceu? quem pensou? Eu não sou assim... Eu quero mais da vida, mais que talvez eu mesmo nem possa dar. Mais que talvez seja menos, que talvez não seja nada. Um ente não tão querido morreu ontem, senti dois minutos de vazio, e um vida levada com um sopro, vi sonhos sem sentido serem simplesmente enterrados com terra. E vi coisas que estão mudando ainda mais meu modo. Não tive o direito de um abraço aconchegante que quis num piscar.
Não vou desisitr da loucura, afinal nesse mundo normal eu não me vejo, eu facilmente respondo que não sei quem sou, e não tenho pretensão alguma de algum dia ser normal, ou fácil de me compreender, no máximo domar sentimentos fracos, passageiros que não me farão ser mais no futuro. Mas eu tento e não é fácil não amargurar, certas dores, experiências, rodam a todo momento ao meu redor, insitindo em minha dureza... Eu já vi algumas coisas. E terrivelmente prevejo fatos antes de acontecerem, sim sou fatalista. Meu sentimento me falha demais... Procuro ser menos emoção, duradouro e duro, para que minhas ventanias sejam brisas... Meu calor não queime tanto, apenas bronzei um pouco.

26/05/09

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Antes que seja noite, antes que seja tarde

O amor impede a morte mas morremos mesmo assim. Embora o engano não tenha ocorrido, e ato tenha, não houve em hipotese momento de infantilidade. Continei maduro e silencioso durante o trajeto que sabiamente desde antes sabia que causaria preguiça e cansaço porque eu da fato sou inquieto e espero mais das coisas e além disso tenho um sneso que se pudesse, se pudesse não sei ao certo se preferiria. Já cogitei inumeras vezes em ser ceg9o, e não er esse tyão triste capacidade. Capacidade de prever reaçõesa minhas, outras, pessoas. então tudo ( tudo não, é claro, apenas enfaticamente)Tudo já me cansa porque já previ que esse tom agora amrelo, desbotaria para mim cedo demais... Emborta dulcissimo, embora pálido atraente, alegrinmho e perfeito na medida do possivel. Agora eu avalio a possibilidade de deizxar a gota rolar, espalhjar em lágriams minusculas, secar pelo vento, ou escorrer pelo ralo junto cmo toda agua que vai. QUESTAO. Minha gata negra se banha e se roça e mim, sou o provavel elo mais carinhosos e possessivo com o mundo eu a amo por escolher mas e ela?

Encontrei uma resposta, que essa resposta ecoe embora cause dor, esepro que seja sabido que tentei e por ser egoista e sozinho demais que sou não consigo amar mais a tarde alaranjada embora seja doce, embora me acorde sorrindo docemente nessas manhas frias de inverno. Não quero discurtir aquilo que não há possibilidades, preciso apenas dizer que por alguns instantes quese fui capaz de amar de novo. Mas o sonho foi curto e durante a tarde. Agora é noite. Agora é sexta a noite a vida vive e essa hora exige. E eu irremediavelmente vivo a vida, sei o que quero racionamente guardarei meus sentimentos puros para você durante as manhãs, quem sabe almoços. Mas enfim cheguei ao meu mas, que amadurecidamente demorou dessa vez de chegar. Mas não posso enganar que outras possibilidades me telefonam e convidam, eu não quero me restar sozinho nessa sexta noite. Lembres-se apenas que minha ligação violou e não esperou a sua, liguei antes de a noite chegar. Agora é noite. Minha gata já se lavou, agora é a minha vez. Não sou do tipoi que espera as coisas chegarem, nem vou dar tchau, nem contar até t~rês, vou ser o mesmo, mas pode acontecer em breve de o leite leite não mais derramar. Aviso que se hjá amor, que não haja dor antes de noite chegar.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

slave

As vezes temos várias coisas boas nas mãos, mas não nos damos conta. Talvez tenha na ponta dos dedos, na palma, horas agarrada ao corpo, as vezes entre. São frescores, novidades, quem sabe um novo amor. Quem sabe. Mas há horas de desconexão, de desligamento, de procura, e silencio demais na noite vazia, que faz irremediavelmente tudo ser reavaliado, ou simplesmente encarado de uma forma branda demais, quase próxima ao passado. O fato de querer possuir, contrtolar já me fez perceber o erro disso, mas ainda não aprendi com toda certeza, inclusive como agora preciso fazer esforço para não perder o meu controle por não ter o controle. Momento de descontrole. Não sei o porquê, minhas veias fervem e estão me matando, mas eu sou responsável por isso, tenho essa coisa de querer demais. Querer demais me estragou a saúde. Eu sonho um dia acordar tranquilo, olhar ao redor sentir enfim aquela paz que não seja ameaçada.. será que essa existe? Queria eu ter a certeza de tudo, mas fatalmente tenho aprendido que o pó da ampunheta escorre por entre o funil dos dedos... E o tempo virá como Senhor de tudo cobrar e dar aquilo que provavelmente teremos merecido, ou não. Eu queria a sorte de um amor tranquilo, mas não sei se poderei mais... Queria eu não ter caído e quebrado os dentes, mantenho meu sorriso branco com uma prótese branca infalível, que disfarça minha enorme falha. Por certos momentos esqueço, logo lembro, logo esqueço.

Pescar os sonhos, esquecer a canoa frágil, alimentar-se de nuvens. Quem sabe voar, eu quero mais, não vou pedir, eu quero mais, não vou cair.

eu tenho mais coisas para dizer mas não tenho mais teclas para falar

eu tenho mais coisas para dizer mas não tenho mais teclas para falar

pescando sonhos 2

(Na verdade esse era o tema primário pelo que escreveria, mas acabei aprofundano demais em outros aceanos, no fundo eu sou um sentimental...)

O que tenho na ponta de meu anzol agora? Um peixe que pesquei nas nuvens? Ou apenas minha isca que carrego para todo lado, ou ainda perdi sem perceber meu gosto bom e cause desgosto?... Talvez não, há um peixe amarelo que dá-me voltas, me entretém, me dá uma felicidade. É não sei mas o que devo falar, mas eu preciso, senão não deveria ter começado a primeira linha. Não sei se estou certo, nao sei se devo. De qualquer forma vou em frente. Vou escrever... Esse cavalo alado galopa em terrenos rubros, tensos e brilhantes.

pescando sonhos

De repente me pergunto se estou ou não com um sonho em meu anzol. Como que se pesca um sonho? É uma nuvem que a gente laça? ou é ela esbarra na gente? Ou a gente atrai sem querer apenas com nossas iscas, sem saber, que a gente acaba conhecem e gostando nos dias corridos rotineiros? Ou ainda será que nós que somos pescados? E na verdade somos apenas ferramentas de ideais de nosso tempo? Qual a nossa real relação com essa vontade, esse desejo de realização, se sonha para quê? É um cliche sonhar? para simplesmente não ser um ser humano vazio e pelo menos ter aquela felicidade de pelo menos ter sonhado antes da morte? O que são esses sonhos nas nuvens, esses peixes que voam entre elas em minha noite, pelo olhos que sem saber sentem mais que a imagem, olhos que interpretam mais que simples sinais... Desvendam mapas e siglas e legendas da vida, desvendam humanidade, o belo, o moderno, o diferente o igual... verde claro cítrico com vermelho bordeaux, caixas e trancas e chaves... Quual é meu sonho e por que eu tenho um? ou vários? São eles que me impurram para frente? Preciso ser empurrado para frente? Esse teatro todo é apenas uma desculpa para aprimorar essa colméia que vivemos? E aqueles que estão acima? e os abaixo? Mera sorte? mero azar? perguntas...

O que sei é que inevitatelmente irer esta noite deitar sozinho em minha cama de casal e irei sonhar durante horas, talvez a noite inteira se tiver sorte...

sábado, 9 de maio de 2009

Meanwhile

Enquanto isso

Deixa entrar e sair da cabeça, a cabeça, deixa alucinar.
Deixa esquecer para quando lembrar sentir felicidade.
Deixa transformar, e sentir saudade
me chama atenção para que eu não esqueça da doçura,
para que não caia na loucura.

O beijo faltou hoje cedo.
O beijo e o cheiro de suco laranja.
O cheiro que não sinto direito.
Acordar com a campanhia e ter sua companhia em meu caminho.
Morri de saudade hoje cedo e mais durante o dia
Me arranja e desarranja não advinho.

A doçura me encanta, me modifica, e me acalma também.
Está bem você precisa ser amado por isso talvez eu te possa amar
Quem sabe? Quem saberá?

O caminho segue seu rumo, torçamos pelo mais bonito
e quem sabe, quem sabe poderemos ir de mãos dadas
Sem pretensão, Até mais da meia noite,
mais da companhia mais de nós mesmos.

Os sapatos de cristal me incomodam um pouco, mas são bonitos,
eu gosto mais da realidade e da surrealidade.
Eu gosto de você.

Morro de saudade

terça-feira, 5 de maio de 2009

O paraíso é perigoso.

Meu riso, impreciso, aviso.
Paraliso, analiso, reviso. Teu riso.
Enraízo, suavizo, concretizo, humanizo.
Valorizo

Ás

Já espero o beijo cedo,
Não aguento antecedo, cedo.

Que por acaso me acorda, surpreende, e satisfaz.
Tive a sorte de um Ás.

Lembranças frescas ou ansiedade pontiaguda, ou ambas,
Minha boca muda, minha boca muda.
Muda beija.


Pensamento maquinado
sonho repaginado,
vento de maio.
Pensamento lavado, levado, livrado.

Surrealizar. Viajar
Realizar, fotografar.
Imprimir, expandir.
quero fazer parte, quero fazer arte...
Chorar e rir.

Quero proteger, ser professor,
crescer, fotografar meu amor.
Sem dó sem pudor

Conquista, não resista artista.
Ai de mim que resista, que desculpe que volte atrás...
Nesse jogo eu já tirei um Ás.

Eu acho que gozei

Eu acho que gozei só não tenho certeza. (...)

domingo, 3 de maio de 2009

subtitle

-Lembro de você
Quando estou longe de casa,
Rôo as unhas todas,
E ando de lá pra cá,
De lá pra cá e nada de te achar,
Fico sem dormir, quero sumir
Morro de frio..

-beau comme la lumière, c'est intéressant comme des chose je commence a découvir, intriguant parce que jamais serais complètement connu.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O vento que sopra sabe

As vezes damos oportunidades doces e nos surpreendemos com o que pode estar por vir. Combustão. Amar acima de tudo é meu assunto, mas tenho escolhido tanto ultimamente que nem sei se estou tão aberto assim, assim como pensei que sempre fui e seria. Essa, acima de tudo é uma carta doce, é para dizer que por instantes meus olhos brilharam, e na leitura, na revelacão do que não era meu eu me encontrei e me senti tão surpreso que de certa forma meu olhar abriu um novo horizonte. E um vento jovem, fresco bateu em meu rosto, dando uma brisa fresca. E uma sintonia super foi encontrada… Mas agora estou pensando o que será que vamos acontecer… da quilo que mais quero. por Antonio.Lopes.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Aquilo que mais quero

Aquilo que mais quero por Antonio.Lopes.
Aquilo que mais quero não adianta ser dito, resultaria em inútil. Teria de ser sentido sem palavras, pois no meu caso palavras seriam ao vento. Esse sonho não seria diferente de todos os outros, nem igual. Seria, aliás é, apenas uma fantasia, que espero que passe. Passe bem e se transforme. E aquela tal palavra, aquela que estou evitando desperdiçar, não será dita. Melhor silenciar a ponta dos dedos, a boca seca, os desejos úmidos. Porque já sinto meu coração um pouco endurecido, acostumado com dores e felicidades. Mas me prometi amar para sempre... E vou tatuar isso em meu peito para não esquecer... Um dia quem sabe... Um outro encontro... Uma outra chance... Sei que tenho, mesmo sem saber, inúmeras chances...

Algum lugar do Passado

Descobri um piercing que furou o bico peito do meu coração. Agora tenho uma argola em meu coração. Não sei por que me impressiono tanto com essa doçura. Já que fui tão mais doce, e já me senti tão mais amado. Porque me impressiona tanto essas frases, esse riso, esse gato, esse beijo? Porque fui pego? Um amor esquisito, que quero mas não posso, que posso mas não quero. Porque há palavras que insistem em emudecerem? Já descobri que mais nada é para sempre? Já descobri que se nosso amor rolar, seremos fadados a acabarmos feridos? Será que apenas rir esses risos, beber esses caferes, ir para esses encontros, queimarmos na cama, será superior ao fim dolorido? - É que eu já amei demais, e grande parte de meus amores se foram com a intensidade que os vivi. Lembro de tantas, e quase todas noites dormidas juntas, que se tornaram um Bom Dia, apenas. Será que eu apunhá-lo meus amores? Será que eu apunhá-lo na partida? Como pode a maior intimidade que já tive crescer tantos metros e restar silêncio? Como eu também fui capaz de querer esquecer aquele que já dividi minhas noites, meu riso, meu choro, meu gozo? E depois, que se embarca em outro rumo, outro amor, aí então que parece que foi um filme antigo. Somos transportados para o passado, para algum lugar do passado, como se apenas fóssemos espectadores, mas não mais fazendo parte daquilo. Aqui estamos, cedo ou tarde estaremos.

esperando chegar

Eu não sei mais. Pensar em quê, para quê? Uma coisa minha acabou de cair, a máscara . Perdoa mas meu amor desacelerou, perdoa porque amei demais. Perdoa por precisar ser tolo e amar. Perdoa por que eu sei que sou ridículo e preciso desse sentimento inútil feminino que me torna tão miseráel e não pensei que agora poderia estar frio, a lágrima que brilha agora é fria. Não pensei, nem sei, me enganei. Sonhei talvez, mas deixei... Não pude nem quis sonhar mais esse sonho de amorzinho sonhador, idílico, que muito me fez bem, e aprender também. MAs por acaso, nem quero saber, posso descobrir coisas, posso me ferir demais... Muda e gira e dança por que essa noite é uma criança. Perdoa por que afinal de contas pensei em esperar para sempre te amar mas logo vi que esse lance de esperar demais não é comigo. Eu olho muito meu umbigo. Mas quero amar comummente feliz num futuro próximo...

Cair para acordar

Qual razão? Segurar o beijo, segurar o toque. DiTenho feito coisas não sei porque. Tenho tido coisas que me dão imensa dor e prazer, porque desejo calado. Não sei o quanto mais quero isso perto de mim. Eu não sei porque quero tanto superar essa desilusão. Porque me feriu tanto assim. Estou quase evitando te falar, encontrar, mas tenho medo. Tenho sentido dores, as vezes quando penso que estou desapegando, vejo que meus laços estão mais apertados. Meu coração faísca. Tenho quase pensado em sumir, e errar meus princípios. Quando saio por aí vejo mais o quanto quero. Eu queria tê-lo ao lado inteiro o fim de semana... Porque fui contaminado pelo desejo de família. Eu penso no choro mas não choro mais, até que quase... Sua ligação, seus recados indiretos, me matam... Acertam demais meu coração... Confunde, dói, eu quero uma paz... Amar você, sem ter, sem saber, dói demais... Não sei se fico perto ou sumo. Eu quero que aconteça, mas eu de repente cáio em mim... Cáio espero que aconteça... E faça que isso desapareça...

O que eu não gosto

Quando pensei bem, vi que meu olhar teve brilho de esperança, sonhando, querendo. Quem sabe um dia chegasse minha hora, a hora que pudesse enfim deitar e partilhar de sua boca, seus pelos, braços e coxas... e quem sabe então não mais me sentir sozinho... Eu duvidei, perdi os sonhos, lágrimas, horas. Fiquei na frente do espelho ensaiando a fuga, para seguir viajem. Não consegui, erros, amor, fraqueza. Não sei o quê. Essa idéia de perpetuar tudo. Para que? Chorei baixo, silenciei, por amar demais, por querer demais, por não conseguir esquecer, por despreparo talvez. Quero uma tatuagem para marcar. Quero tanto esse cheiro de aconchego. Quero poder deixar que isso passe. Quero não pensar duas vezes quando acordo sozinho. Por que é difícil, porque eu preciso, preciso desse amor, para não me sentir um fracasso, um feio, um bobo... Preciso mudar. Chega de maquiar, de camuflar, que essa dor, je n'aime pas.
Após resistir um tanto vou lhe escrever.
Não sei exatamente o porquê ... Na realidade...sei sim ... Escrevo pela dúvida, pela delícia da dor e porque de fato aquele amor, existe, ou exitiu, ou sempre quis existir mas não conseguiu no último instante... Mas esses dois motivos sempre vão pintar... Sempre vão me confundir até passarem, ou até vencerem o tempo deles ...e simplesmente pertecerem ao passado, ou serem deslocados para trás pro conta de uma nova figura... É uma luta, uma saudade, um remorço, uma coragem, as vezes quase choro, outras sorriu... são tantas as coisas. ... Desde os mais intensos prazeres até as mais duras dores... Essa Carta não vai conseguir ser clara.... Será como a gente , sempre tentador, receoso, duro demais conosco mesmo...
Entao, tudo bem, você me excluiu dessa vidinha mais uma vez!!!! eu até levei isso como um afago em meu ego, pensei.... O fato de não me ver, faz com que seja menos doloroso, ou sei lá ... coisa do tipo.... Poderia eu ter me tornado irresistível ou repugnante demais....

Um antigo qualquer

Eu quero que vc perceba que você acabou comigo sem motivo, sob falsa acusaçao de traição. Eu quero que você perceba e saiba que eu te amei, e que doeu muito, e que eu não quero voltar... embora ainda ache que te tenho sentimentos guardados... tenho tentado de várias formas, feitos coisas para tira-lo da cabeça ..... Eu percebi com você a dureza de um amor impossível, difícil. Percebi finalmente e libertadoramente que não quero mais, nem mais verterei lágrima alguma. Estou simplesmente livre, de uma coisa que vivi, livre para viver tudo de novo de um outro modo, tendo felizmente conseguido adquirir o que fui buscar.

terça-feira, 7 de abril de 2009


carinha de romance... corpo de adulto...

Vela, taça, prato, sem dúvidas é um romance. Alguns terminam, outros começam. Sans regret, sans mélo, ou com la llegada del toro. Ou com o pouso de uma joaninha, ou En train d'aimer avec toute ça force pour toujour.. O nosso amor já começou. Feliz por isso...
(...)
Felizmente ainda Eu quero tanta coisa de minha vida, quero coisas grandes. Quero desenhar. Quero lugares, quero me sentir poderoso, e pequeno também... Mas minha emoção se prende tolamente a coisas pequenas, as gotas de orvalho, a manjericão e colher de plástico. Mudado, mudado, mundano... Tem doído muito amadurecer... essa felicidade, aquela de beber da taça, de sevir e comer o prato... me dá um tristeza também, faz perceber como as vezes o mundo pode ser belamente duro e real, e simples também. O prato acaba, fica sujo, a taça é frágil e linda. É a beleza na dureza da vida, dos sentimentos que me percorrem tanto. Essa urgência de amar, de me sentir amado, e precisar não pensar que vai acabar, ou pensar que será para sempre tem se transformado. Eu sei que esses fatores são apenas convenções que segundo meu pensamento alastram e prolongam, o que possivelmente findará, eu sei disso, mas não posso acreditar, mesmo que dez mil caiam a minha direita, eu não cairei, eu sei, sou igual, mas não quero pensar assim. Querer mais é uma chance que dou a mim mesmo, é uma saída, é uma esperança... Nas minhas perdas, nas minhas ambições egoístas, frustradas.... Brilham todas juntas no céu, nos olhos, sem imaginar para onde vão, nem por que vieram, nem por que me fazem erroneamente ficar alguns minutos refletindo e chegando a conclusões difícies aqui. Bastava deixar as coisa em seus devidos lugares, quietas sem pensar. Mas essa mania de ficar Escrevendo e refletindo, refletindo... Explica meu Deus, o que é sentimento? De onde vem minha disputa entre razão e emoção? De onde vem minha inspiração? Da dor? do amor? Do belo? do impossível? Sou feliz por que pareço ou pareço por que sou? Ou sou sem parecer? ou sem saber? Ou nem pareço e nem seja feliz? O que é felicidade? E porque existe essa dependência social, sentimental, até mesmo ingênua de se querer alguém para compartilhar tudo? De onde foi que respirei esse ar? Onde foi que me contaminei com essa ideologia tola? e errônea?
Para sentir prazer? Para servir? É um simples código genético intrínseco no ser humano? Mas eu nem penso mais em me reproduzir... Eu fracassei em minha espécie, não terei descendentes... Mas essa coisa ainda me impede tanto...
Prazer porque ? Para numa noite qualquer haver velas? Taças? Risos? Se esse amor apagar como a vela? Se eu for levado pelo vento de um sopro antes?
E por um dia pensar se pudesse ter tudo? E segundos depois
ver um castelo parecido com o meu desabar... Alias, um castelo do meu lado desabar aos gritos, por gozos, luxúria, seguidos de dor, chaves, malas, e expulsão... Se existe essa possibilidade de acontecer isso comigo por que eu irei me sujeitar passar por esse estresse... Lágrimas ou risos? O que resta? Serei fadado ao comum, ao que já consigo imaginar? Serei fadado aos términos de relacionamentos como todos os outros? Serei eu armadilha da qual fujo, como todos? Depois dos 14 meses? 14 anos? Porque as coisas não são fáceis? eu quero um amor com sabor de segurança, não quero saber dos fins, mas não posso despreza-los... O certo é incerto... Dentro de mim ainda tenho mais mistérios que o mundo... De vez em quando acerto e de vez em quando perco o rumo, como agora. Acabei de conseguir me achar.
Mostra-me por favor, o mundo, as coisas que sabe, mas me segura docemente sem prender, e sem soltar, esse vento perturba. É preciso parar de pensar um pouco para conseguir viver. Preparo para fechar essa brecha e conseguir enfim dormir calmo.

Eu não quero que esse afeto passe, vim aqui apenas por isso.

sábado, 4 de abril de 2009

o que quis dizer.

O que quis dizer foi que não faria diferença alguma.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Amor reverso

Acabei de descobrir que meu sentimento foi tolo, foi único quando só existiria se fosse par. Acabei de gelar meu peito. Acabei de para sempre me segurar um pouco mais e não deixar o cavalo alado voar tão solto. Acabei de mais uma vez cair em mim. E perceber o quanto a gente se constrói próprias ciladas, e enganos, enganos tolos, que no fim das contas somos altamente responsáveis. Porquê essa ideia ingênua de to fall in love. Passa e mesmo que a lágrima seja vertida, mesmo que haja aquele aperto em cima do nariz no momento da emoção, nada garante que sejamos retribuídos, embora possa estar parecendo, ou pior a gente apenas estar fantasiando, como em meu caso agora. Mas percebi que eu apenas me enganei, sem remorço, sem achar que fui machucado, embora esteja um pouco, inclusive respeitando o próximo por não me amar como amei. Eu já dispensei amores por mim, e o que acontece agora simplesmente é o reverso.

terça-feira, 24 de março de 2009

Após resistir um tanto vou lhe escrever.
Nao sei exatamente o porque ... Na realidade...sei sim ... Escrevo pela duvida, pela delicia da dor e porque de fato aquele amor, existe, ou exitiu, ou sempre quis existir mas nao conseguiu no ultimo instante... Mas esses dois motivos sempre ha de pintar... Sempre vao me confundir ate passarem, ou ate vencerem o tempo deles ...e simplesmente pertecerem ao passado, ou serem deslocados para tras com uma nova figura... E uma luta, de saudade, de remorço, de coragem, de seguir em frente, de lembrar, chorar, sorrir... sao tantas as coisas. ... Desde os mais intensos prazeres ate as mais duras dores... Essa Carta nao vai conseguir ser clara.... Sera como a gente , sempre tentador, receoso, duro demais conosco mesmo...

Entao, tudo bem, vc me excluiu do orkut mais uma vez!!!! eu ate levei isso como um afago em meu ego, pensei.... O fato de nao ver, faz com que seja menos doloroso, ou sei la ... coisa do tipo....



Eu quero que vc perceba que vc acabou comigo sem motivo, sob falsa acusaçao de traiçao. Eu quero que vc perceba e saiba que eu te amei, e que doeu muito, e que eu não quero voltar p vc... embora ainda ache que te sentimentos guardados... tenho tentado de várias formas, feitos coisas para tira-lo da cabeça ..... Eu percebi com você a dureza de um amor impossível, difícil. Percebi finalmente e libertadoramente que não quero mais, nem verterei lágrima alguma. Estou simplesmente livre, de uma coisa que vivi, livre para viver de um outro modo, tendo conseguido adquirir o que fui busca

linda paisagem para os cegos

Soltar fogos, não é exatamente a coisa mais impressionante para os cegos. Não adianta brilhar, crescer, ser belo se nada daquilo será percebido. Não adianta trocar os sentimentos, nem ter a divina esperança tola, há aqueles momentos que simplesmente fogem de nosso controle, e não adianta sonhar simplesmente. A vida as vezes produz uvas doces em terrenos áridos, e uvas azedas em terrenos úmidos. Eu embora eu seja um terreno fértil, acho que nem uvas colherei... Todas as figuras de linguagem acho que já usei, para dizer que há um sentimento enorme de amor rejeitado em meu peito, e isso dói em mim, só em mim. No fundo é egoísmo porque desejo incessavelmente possuir essa companhia, porque desejo a retribuição linda do ser que admiro tanto, desejo trocas supremas, beijos, desejo ouvir, e participar de uma vida que acho interessante. Porque no fundo qualquer um poderia ser essa tal companhia, mas não o é, queremos algo especial, eu estou cansado de selecionar, apurar meus sentidos para escolher o que é exatamente especial para mim, e sem mais nem menos, quando, inclusive, meu apurado senso escolhe alguém, alguém que também tem afinidade comigo, simplesmente erra. Sinto que toda uma carga enérgica foi disperdiçada, aliás essa carga não é nada, é dor mesmo, dor de amor. Simples, forte, aniquilante, é exatamente o que passo agora. Sem mais.

quinta-feira, 19 de março de 2009

love hurts quickly and deeply, i do not suffer excessively, ever. I will keep my smile, be friend and be cool, you know i ve learnt a lot. AL
IF YOU’RE OUT THERE YOU'RE VULNERABLE. PEOPLE PREFER TO DISAPPEAR IN LIFE, TO REPRESS THEIR PERSONALITY. THAT'S NOT LIVING. IT'S DYING. I SEE THEM ALL OVER THE PLACE, THE WALKING DEAD. Grace Jones
Minha força está na solidão.N tenho medo nem das chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas,pois eu tbm sou o escuro da noite. CLispector
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
(Fernando Pessoa)